COMPREENDENDO AS MOTIVAÇÕES-EXPERIÊNCIAS TURÍSTICAS E O USO DE MARKETING NO DARK TOURISM

Isabel Sofia Loureiro, Cláudia Magalhães Santos, Sara Pereira Campinho, Bruno Barbosa Sousa

Resumo


A pesquisa bibliográfica destaca diferentes autores que abordam o conceito de dark tourism, o perfil dos indivíduos que se interessam pelo nicho ao nível das suas motivações-experiências e, ainda, como os autores veem o marketing aplicado ao dark tourism. Percebe-se que é comum a procura por educação, entretenimento e emoção nos turistas do segmento. O nicho apresenta um gradual que varia entre uma versão mais clara e mais escura quando as motivações-experiência também variam. Conclui-se que as motivações-experiências podem permitir a definição do dark tourism. A aplicação do marketing neste nicho é influenciada pelo próprio gradual de dark tourism, sendo que os produtos de uma versão mais clara são os que necessitam de um marketing intensivo. Já os de uma versão mais escura podem levantar questões éticas e morais e o uso de marketing pode ser controverso. Ao mesmo tempo, a maioria desta versão escura de dark tourism é gerida por governos, tratando-se muitas vezes de património do Estado. Os produtos de dark tourism são, em parte, destinos, o que implica a existência de um marketing de destinos. Aqui, destacam-se as Destination Marketing Organisations, responsáveis por representar um dado território e garantir estratégias que devem ter por base o interesse de stakeholders e a sustentabilidade. Futuramente, dever-se-ia aplicar um maior número de autores e perspetivas para completar e complementar o conteúdo exposto. Porém, os autores apresentados permitirão traçar perfis comuns entre autores e explicar no que consiste o dark tourism.

Palavras-chave


DMO’s. Dark tourism. Perfil do consumidor. Segmentação.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


LAJBM está indexada em:

   

 

ISSN: 2178-4833